Synopsis
"Pousando à Noite na Ponte do Bordo" é uma famosa obra do poeta Zhang Ji da Dinastia Tang. Com versos como "A lua se põe, corvos grasnam, a geada enche o céu; / À luz dos bordos e das fogueiras dos pescadores, adormeço na melancolia", é um dos poemas de viagem mais conhecidos e apreciados na China.
Visão Geral
"Pousando à Noite na Ponte do Bordo" é a obra representativa do poeta Zhang Ji da Dinastia Tang, composta aproximadamente no final do período Tianbao (por volta de 756). Ao passar por Suzhou, o poeta pernoitou na Ponte do Bordo e escreveu este poema sobre viagem solitária, que tem sido recitado através dos séculos.
Texto Original
A lua se põe, os corvos grasnam, a geada enche o céu,
Bordos do rio e luzes de pescadores confrontam o sono aflito.
Fora dos muros de Gusu, o Templo da Montanha Fria,
À meia-noite, o som do sino chega ao barco do viajante.
Análise
A lua declina no oeste, os corvos grasnam, a geada fria cobre o céu. Os bordos à beira do rio e as luzes dos barcos de pesca acompanham o viajante aflito e insone. O som do sino da meia-noite do Templo da Montanha Fria, fora dos muros de Suzhou, ecoa suavemente até o barco do viajante. O poema inteiro usa cenas para expressar emoções, através de imagens como o pôr da lua, o grasnar dos corvos, o céu geado, as luzes dos pescadores e o som do sino, destacando a sensação de solidão e tristeza do viajante que pernoita sozinho em terra estrangeira.
Biografia do Autor
| Item | Conteúdo |
|---|---|
| Nome | Zhang Ji |
| Dinastia | Tang |
| Poesias Existentes | Apenas cerca de 40 |
Referências
- "Poesia Completa da Dinastia Tang", Volume 242
- Templo da Montanha Fria, Suzhou
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